sexta-feira, 20 de março de 2015

Outonos sem donos...





Ainda que não falem as rosas, deixem que cantem os botões...

Ainda que não caiam as folhas, deixem que vivam as flores.

Ainda que não corram os ventos, deixem que sigam os sonhos...

Ainda que não durma quem sonhe, deixem que suspirem os tempos.

Pois que o retorno é vida e vida é morte, bendiga o outono que renova e ampara.

Das estações as lições, das lágrimas a certeza.

E dos sorrisos, só espero o que me serve...

Tarefa para o fim do verão: olhe adiante.

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