segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Sem olhar para trás...



Se ando sozinho pela escuridão e ouço uivos, interpreto que há lobos na floresta.
Se há lobos, há perigo?
Se há perigo, há medo.
Havendo medo, recuo.

Se espero por algo impossível e sofro, interpreto que há escolhas equivocadas.
Se há equívoco, há perigo?
Se há perigo, há medo.
Havendo medo, desisto.

Se decido recomeçar e reinvento cada dia, interpreto que devo continuar.
Se há continuidade, há perigo?
Se há perigo, há medo.
Havendo medo, enfrento.

Tarefa para depois de ouvir um blues: não olhar para trás.


3 comentários:

Edu Corrêa disse...

Só vejo três saídas diante do medo: parar (e ficar parado), fugir ou enfentar. Seja qual for a escolha, haverá "ganhos" e "perdas", mas é bom lembrar que, com o tempo, a visão sobre estes ganhos e perdas pode mudar. Assim sendo, no fim das contas o mais importante de tudo é apenas... a desisão!

Edu Corrêa disse...

Só vejo três saídas diante do medo: parar (e ficar parado), fugir ou enfentar. Seja qual for a escolha, haverá "ganhos" e "perdas", mas é bom lembrar que, com o tempo, a visão sobre estes ganhos e perdas pode mudar. Assim sendo, no fim das contas o mais importante de tudo é apenas... a desisão!

Claudio Isquierdo disse...

Por isso escolho decidir.