domingo, 19 de dezembro de 2010

Hipoteticamente...


O fraco sucumbe, o forte triunfa; o belo exulta, o feio se apaga; o novo envelhece, o velho desaparece...

O certo não erra, o errado sofre; o de cima declina, o de baixo se ergue; o calado permanece, o eloquente esquece...

Hipoteticamente, ninguém mente...

O desonesto não devolve, o correto se envolve; o que perde se reencontra, o que desencontra se afasta...

O que manda, perece...

Hipoteticamente, ninguém te espera...

Se ando, a vida corre. Se corro, a vida voa. Não sei voar, então caminho sem pressa. Ser ou estar no mundo é opção. Sobreviver, é dever. Então suponho.

Hipoteticamente, alguém te escolhe. E tudo recomeça.

Hipoteticamente, nada tem fim... Mas só por hipótese.

Tarefa para quando o sol apagar: pairar acima do medo...

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