sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Breve pausa para velhos estudos.

Sócrates, Aristóteles, Sartre, Kant, Hegel, Agostinho, Tomás de Aquino, Nietzsche, Bill Waterson, Saramago, Monteiro Lobato, Humberto de Campos, Lima Barreto, Maurício de Sousa e outros tantos já deixaram no mundo suas marcas. Clássicos e contemporâneos, populares ou indevassáveis, sopraram enigmas e lições ao vento.

Li pouco de uns, nada de outros, bastante de vários e o suficiente de muitos.

Palavras, sempre palavras...

Alguns já nascem póstumos, segundo Nietzsche. Outros morrem anônimos e loucos. Poucos nos ensinaram de fato. Alguns nos divertem. Nenhum estava certo de tudo...

Então será sempre assim... Escreva o que escrever, fale o que falar, jamais tudo será dito.

Bem-aventurados os que se movem pelo mundo em busca de um sonho.

Bem-aventurados os que resistem à mediocridade.

Bem-aventurados os que se reconhecem inferiores.

Bem-aventurados os que trabalham para o próximo.

Bem-aventurados os que não me levam a sério.

Bem-aventurados os que não nos confundem com nossos escritos.

Bem-aventurados os que não chegaram até aqui.


Tarefa para quando estivermos prontos: viver o Sermão da Montanha.

Um comentário:

Edu disse...

Muito bom, mesmo!